terça-feira, 20 de setembro de 2011

BANALIZAÇÃO DO REIKI

Outro dia deparei-me com um carro com um dos símbolos do Reiki desenhado na carroceria. Se seu proprietário é reiquiano não sei qual o seu objetivo ao utilizar inadequadamente tal símbolo, e se não é certamente o faz por ignorância. Aliás, a ignorância está presente em ambos os casos. Seja como for o problema traz à discussão algo muito sério: estão banalizando o Reiki, profanando seus símbolos. Daqui a pouco tem gente tatuando-os no corpo sem ao menos saber do que se trata. Os símbolos devem ser utilizados unicamente para captação e transmissão da energia Reiki, não podendo em hipótese alguma servir a outros meios.


Como se sabe eles são considerados sagrados, não podem e não devem ser tratados como um desenho bonito para ornamentar automóvel de luxo. Basta lembrar que passaram séculos, talvez milênios, preservados em suas origens e para ter acesso a eles o doutor Mikao Usui passou 21 dias de extremo sofrimento, incluindo jejum, no Monte Kurama, no Japão.

Como tudo que chega no ocidente é banalizado, transformado em mercadoria, talvez esse seja o resultado dos inúmeros cursos de Reiki que se proliferam e que prometem ensinar toda a técnica em um final de semana, ou em um dia, apenas. Ensinam a técnica, mas esquecem a ética. Popularizar o Reiki é uma coisa, banalizá-lo é outra.

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